aqui ou algum lugar

Reflexões de Cotidiano, crônicas sobre os aspectos mais corriqueiros das nossas vidas, do sentido da vida à mobilidade urbana, e tudo mais o que puder fazer aqui ou qualquer lugar melhor. Vamos pensar juntos?!

Turismo de Cotidiano. Um estilo de viajar, a partir de experiências e atenção sobre o dia-a-dia. Conhecer algum lugar além dos principais atrativos turísticos. Por seu sabores, cheiros, costumes e histórias que fazem qualquer local muito especial. Vamos viajar juntos?

Sabático, palavra de origem hebraica que significa repouso, é um período que algumas pessoas decidem tirar para repensar suas carreiras e vidas. Sair da rotina para tomar novos rumos. Conheça como foi a experiência!

Turismo de Cotidiano

22/03/2012

39 Comentários

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Cada um tem um estilo de viajar. Alguns são apaixonados por museus e castelos. Outros fascinados pela gastronomia. Há aqueles que aproveitam mais a noite do que o dia. Além dos muitos brasileiros que de verdade estão enlouquecidos com as compras.

Com uma pitada de cada um desses estilos, descobri o meu estilo de viagem (e acredito que inclusive inventei o termo…): turismo de cotidiano. Sabe aquela caminhada despretensiosa por algum bairro, sem exatamente saber qual o destino final, observando detalhes e conversando com pessoas nas ruas, lojas e restaurantes? Ou então ficar sentada na estação de trem, praça, café e literalmente ver (com atenção) a vida passar? Encontrar coisas inusitadas, observar conversas e expressões, entender pequenas diferenças, literalmente ver a cultura e o comportamento “passarem”.

Desde sempre esse foi meu estilo de viagem. Bem sabem os amigos que já viajaram comigo e eventualmente se viram em uma situação como ter passado 40 minutos conversando com um chaveiro (isso já aconteceu de fato) no nordeste do Brasil. Ou às vezes voltar a uma loja só para conversar com a dona, como fiz muitas vezes em uma loja em San Telmo, Buenos Aires, quando estive por quase dois meses na Argentina.

Eu gosto de gente, de cotidiano, de detalhe. Encontrar de repente um batedor de porta que é uma mãozinha aos arredores do Castelo de São Jorge em Lisboa (depois vi muitas vezes em Porto), ver artesanatos diferentes e conversar com o artesão, presenciar as compras de lingüiças ou peixes no Mercado Popular, encontrar uma milonga em Porto, observar as chegadas e partidas na estação de trem, pedir informação na rua e engatar uma conversa aleatória.

De que outra maneira poderia ter conhecido John, um meio inglês/meio irlandês, que mora mais de 25 anos em Salamanca, pois é casado, pela segunda vez (a primeira esposa é francesa), com a salmantina (não espanhola) Marga? Apenas sentada, observando a imponência e beleza alaranjada da Universidade e seus estudantes (confesso, também com uma ponta de saudades dos meus alunos), eis que John me pergunta as horas. Como basta me falar um oi para começar algumas horas de papo, acabei conhecendo um lado bastante cotidiano da pequena cidade. John me mostrou a Pontifícia Universidade Católica de Salamanca por dentro (e seu restaurante com um preço excelente), me contou histórias sobre a cidade e sua acolhida como estrangeiro (nem sempre tão acolhedora assim), me falou de seus filhos, me contou piadas, me apresentou ao Centro de Estudos Brasileiros e o amável baiano/espanhol Vicente, que trabalha intensamente para promover nossa cultura na Espanha e promover a ligação entre os dois países.

Ou então estar numa festinha tranqüila na casa da brasileira Thelma, em Madri, com um grupo de seus amigos espanhóis, peruanos, alemães, ingleses… como bem disse a madrileña Ana, a festa que mais parecia a Torre de Babel ou uma conferência da ONU, cada um vindo de um canto! E perceber que festinha em casa é a mesma em qualquer lugar do mundo, acaba com as pessoas dançando no meio da sala com a seleção entusiasmada de alguém.

Turismo de cotidiano é isso. Ver a vida como ela é.

Diariamente. Rotineiramente. Naturalmente. Despretensiosamente. Cotidiamente.

E você? Qual seu estilo de turismo?


Dicas importantes sobre o Turismo de Cotidiano: Acredite no poder e na beleza do acaso e da sua intuição, caminhe pelas ruas aleatoriamente (pelo amor de Deus, só pesquise antes se o bairro não é perigoso, eu sempre faço isso). Também pare de vez em quando, se dê um tempo agradável em um café, um parque, uma praça ou onde te der vontade de parar. E sorria! O sorriso é o oi da alma.

Observações

  • Porto (Portugal), Sintra (Portugal) e Salamanca (Espanha) são cidades perfeitas (exceto pelas subidas) para caminhar, parar, conversar. Vale a pena.
  • Pela Universidade de Salamanca, há o Centro de Estudos Brasileiros que promove eventos da nossa cultura e apóia principalmente os alunos que vão fazer graduação, master, doutorado ou pós-doc em Salamanca. Para quem tiver interesse em estudar na Espanha, pode também ser bem útil.

39 Comentários

  • Rachel disse:

    Jujus, estou curtindo bastante seu blog…Vou indicar aos amigos… Sempre falei que se pudesse viveria viajando… Curto todo tipo de viagem: a de compras (estou adotando uma vez ao ano) com amigas inclusive sua irma Daniela disse que vai esse ano tb; a despretenciosa (adorava ir a Buzios e sentava no meio fio so para olhar as supostas fuguras que andavam na famosa “Rua das Pedras”; as sentimentais (para rever familia e amigos sumidos a algum tempo); a gastronomica (ir a bons e renomados restaurantes); cultural (visitar museus, teatros…); a romantica (namorar muiiiitttoooo), ate hj nao consegui achar viagem ruim, so o fato de sair da rotina ja esta valendo…e isso ai…Bjs

  • Gisele Lupiani Massariol disse:

    Jujuba, esse termo é a sua cara!
    Tornarei público aqui, o que já te disse:
    Acabei de ler o seu texto. Sem brincadeiras, estou arrepiada dos pés à cabeça! Definitivamente a sua cara. Definitivamente, um pedacinho da sua viagem esteve aqui comigo. Te juro, que novamente, ao ler o texto ouvi a sua voz narrando cada palavrinha. É isso aí amiga, me presenteie sempre que possivel com esses textos MARAVILHOSOS!
    beijão

    • Gi! Iuuuuu (não poderia faltar ;-)) Muito bom ter sua opinião (e eu bem sei que sempre é sincera) por aqui. Talvez parece essa conversa por simplesmente ser a gente, sempre! Cotidiano, no melhor sentido da palavra. ;-)

  • Tânia Baitello disse:

    Amiga….. saudades brasileiras de você (pelo que sei, não somente eu mas tanta gente…tantas manifestações…hahaha… metáforas para aguçar sua curiosidade).
    Muito legal porque como me orgulho de ser sua companhia em viagens por Paraty – quando viajamos juntas, as 3 irmãs Rodrigues, você, Dani e eu, postiça, agregada, adotada….viagens literárias, históricas e de amizade comum pela mágica Paraty – continuo viajando com você por aqui.
    Pegando carona no comentário da Gi Lupiani, turismo de cotidiano…sua cara mesmo, não somente o termo, mas a capacidade/necessidade de conceituar para entender, para enriquecer, para viver.
    Curti Salamanca com você…..

    • Tânia, não havia pensado nisso, mas, como sempre, sua análise surpreende. Claro, no meu caso, uma boa dose de conceituação e parâmetros. Acredito que ao nomearmos podemos esclarecer e fortalecer os significados. e cada experiência no final das contas vale pelo significado vivido e incorporado. Significado de experiência, troca, amizade e vida. By the way, conheci uma expressão usada na Espanha que tem tudo a ver conosco: “Flipei en colores!” – algo do tipo, me surpreendi… bom, bem FLIP, né?! rsrsrsrs
      Agora, me deixar curiosa já é maldade, não acha não?! rsrsrs
      Bjs amiga, bom te ter por aqui sempre! ;-)

  • André Coletti disse:

    Ju!! Muito legal tudo que vc tem publica, realmente da para sentir um pouco de cada lugar em tudo que você vem relatando, bem legal acompanhar o seu blog e poder de alguma forma “estar” nesta viagem!!! bj

    • Oi André! Que bom te ver por aqui, ainda melhor gostando do blog! Sabe que eu estou curtindo demais fazê-lo… Sempre fico pensando em fotos, fatos e devaneios para postar. ;-) Está dando um outro significado para a viagem. Participe sempre! A viagem está muito mais legal com vocês por “perto”! ;-). Se puder, mande notícias minhas para o pessoal tb. bjs

  • Suzana disse:

    Turismo de cotidiano?!?! Simplesmente S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L Ju, vc encontrou o nome, a definição, a essência do que provalvelmente será a sua viagem e o desdobramento dela no futuro próximo!

    Cada texto nos faz viajar, não apenas para aquele lugar do mundo, ou para aquela cultura, nos faz refletir sobre nós mesmos e tudo aquilo que nos representa e nos faz feliz!

    Já tô conseguindo imaginar o que esse grande tema ainda vai permitir e proporcionar para você e para todos nós!

    Tô adorando!!! Cada post e foto sua me deixam com aquela sensação de quero mais….

    bjos

    • Suzana, realmente é essa a ideia. De uma forma, eu acredito que são as coisas básicas da vida que nos transformam. E fiquei bem animada com o termo. Acho que de fato já somos muitos adeptos. Bjs

    • david disse:

      Boa Nepf4! Acertou em cheio. A perspectiva que vc apesnerta sf3 refore7a a ideia de que a informae7e3o deve estar alinhada e0 uma estrate9gia e ne3o e9 o fim em si mesma. E mesmo com todas as variae7f5es de finalidades os princedpios ou valores que movem os projetos se3o e0queles fundamentais e permanentes. c9 a combinae7e3o da resilieancia com a inovae7e3o. Assim sugeriria inovae7e3o 2.0, 3.0 e valor 0.0. bjs Paula

  • Jussara disse:

    Oi, Juliana,
    Vi seu link lá no VnV no post sobre viagem solo. Gostei do termo e também gosto desse estilo de viagem, só não sou de puxar conversa, mas gosto de andar meio sem rumo, de sentar e observar as pessoas.
    Muito legal o seu blog, vou ler os outros posts depois.

    • Oi Jussara! Seja bem-vinda!! Muito bom ter você por aqui. Eu gosto muito do VnV pq nos ajuda a escolher qual bairro podemos perambular por aí com segurança, né?! E o acaso sempre pode trazer coisas boas. Confesso que sou meio tagarela e, por exemplo, aqui em Sevilla acabei vendo bem de perto os preparativos da semana santa… Foi bem legal! Acho que no fundo somos muitos adeptos do turismo de cotidiano, só faltava mesmo um termo para expressar isso ;-). Vamos trocando figurinhas!

      • Jussara disse:

        Obrigada pelas boas-vindas, Juliana! Isso de puxar assunto com as pessoas deve ser legal mesmo, mas é que eu sou meio reservada, então tem que partir da outra pessoa pra poder acontecer. rs

        Realmente, o VnV nos ajuda bastante. Mas eu acredito que nem todo mundo gosta do turismo do cotidiano; conheço pessoas que certamente se sentiriam entediadas se fizessem isso ou achariam ruim se as convidássemos pra andar meio sem rumo certo. hehe

        Juliana, eu li que você fez 2 meses de espanhol na Argentina. Se importa em falar em que escola foi, se gostou, se recomenda? Eu estou pensando em fazer um curso fora também, não na Argentina, mas estou meio perdida em relação às escolas. Se puder dar uma dica agradeço.

        • Jussara, eu simplesmente adoro a escola onde estudei na Argentina, super recomendo. Vos Buenos Aires (www.vosbuenosaires.com). Se Argentina for uma alternativa, é a escola que eu mais conheço. As pessoas são legais, o ambiente é agradável e eles promovem uma série de atividades. Você meio se sente numa casa de amigos, sabe?! O estilo de ensino também é no seu ritmo, com aulas em grupos pequenos, que incluem muita conversa, o que facilita o aprendizado. Fora da Argentina vi que em Salamanca aqui na Espanha tem. O centro de estudos brasileiros da Universidade de Salamanca pode ajudar. Ah! E dizem que o espanhol da Colombia é um dos melhores (mais limpos na pronúncia) que existe. Espero ter ajudado.

  • Michelle Weiser disse:

    Ju, muito bacana!! Acho que tamvbém tenho um pouco desse “turismo de cotidiano” nas minhas viagens… e acho que isso faz parte da apreciação pela nossa vida mesmo, é algo que revitaliza a nossa essência!

    Visitarei mais vezes! :)

  • Jussara disse:

    Ajudou, sim, Juliana, obrigada! Um conhecido também me indicou uma escola na Argentina; minha intenção é ir um pouco mais para longe, rs, mas vou deixar a dica anotada para uma próxima oportunidade.

    Não sabia sobre isso do espanhol da Colômbia. Já tinha ouvido que o mais limpo é o do México, mas tb já vi gente falando que é o da Espanha. Cada um puxa a sardinha pra sua brasa. rs
    Abraços.

    • Disse tudo, cada um puxa a sardinha para o seu lado. Acho que o importante é entender e ser compreendido. O resto é detalhe! Se eu puder ajudar em algo mais, conte comigo!

      • Jussara disse:

        Oi, Juliana,
        Já que vc se dispôs a ajudar tenho mais uma pergunta. rs
        Queria saber se vc acha válido fazer curso de espanhol fora quando se é iniciante, mas iniciante com benefícios, sabe? (como naquele seu post sobre o vegetarianismo. rs) Algumas pessoas falam que não vale a pena, outras acham que sim, que se aprende rápido.

        Queria tb te pedir um favor: será que pode liberar o feed do blog pra que eu consiga ler pelo Google Reader? Só aparece o começo dos posts, daí tenho que entrar aqui para continuar lendo. Mas às vezes dá preguiça e os textos vão acumulando. Pelo Reader é bem mais prático.
        Obrigada.

        • Oi Jussara, vou pesquisar sobre o Google Reader, pq ainda não usei, mas valeu demais pela sugestão! ;-)
          Sobre línguas, acho delicado opinar. O avanço no país é definitivamente maior que apenas em aulas regulares no Brasil. Porém se aprende bem mais nas ruas, nos cafés, conversa com porteiro do prédio ou com amigos. Por isso eu acho que é legal quando se tem algum nível para conversar mais do que apenas o mega básico. Tb não acho que precisa ser mega avançado. Enquanto estava na Alemanha agora eu percebi que só valeria a pena voltar com foco na língua depois de estudar um pouco mais no Brasil, porque estou no meio do básico, A1. Mas se estivesse já num B2 iria com certeza… Não acho que precisa estar no avançado, mas no mínimo no começo do intermediário, sabe? Nesse ponto, vale a pena fugir de locais onde se fala inglês, aí vc se vê forçada a usar o espanhol! Agora, se a oportunidade de ir coincidir com o básico, paciência. Que vau desenvolver, ah isso vai! Com certeza! espero ter ajudado… bom, mas é só mais uma opinião…

  • Mariane Gregorutti disse:

    Acredito que sou do tipo da turista que gosta de andar…andar…e andar! Observar lugares, ruas, pessoas…Adorei seu significado de turismo de cotidiano! rs

  • Jussara disse:

    Juliana, obrigada, depois volto pra contar o que decidi… Na primeira vez em que estive em Buenos Aires eu estava bem fraquinha, não falei quase nada e acabei apelando pro inglês :/. Mas na segunda, a língua já se soltou mais e deu pra enrolar bastante com o portunhol. Sou bem crítica comigo mesma e daí bate insegurança, diferentemente de outras pessoas, e até mesmo dos gringos que não se importam em falar errado o português.
    Eu estudei inglês um tempo fora, e quando fui já estava no intermediário. Lembro de pessoas das classes iniciantes, e elas não falavam na-da, era bem complicado. Vamos ver o que vou decidir.
    Quanto ao alemão, todos dizem que é uma língua muito difícil, até quem é casada com um deles e pode praticar todo dia. Então acho que devagar vc chega lá. ;)

  • Jussara disse:

    Dizem que pra quem sabe outras línguas, o alemão fica menos difícil, digamos assim. Como é esse seu caso, acredito que é questão de pegar o embalo mesmo. Mais um pouco e você vai estar craque.
    Não pretendo fazer o curso de espanhol em BsAs, mas se suas dicas forem sobre a cidade eu aceito. =) Acho que vou pra lá no começo de julho.

  • Fernando Ferreira disse:

    Definição perfeita!
    Gosto de viajar, conhecer gentes e lugares. o dia a dia, a padaria, o barbeiro, o vendedor de jornais.
    E andar….
    Ficar em um lugar e entrar no cotidiano local e deixar-se se levar.
    Parabéns pelo blog.
    Saudações andarilhas!

    Fernando F.

    • Juliana Rodrigues disse:

      Olá Fernando, seja bem-vindo! Realmente, acho que é o melhor tipo de viagem e a que aprendemos mais! Adorei as saudações andarilhas. Para vc também. Muitos encontros e descobertas pelo cotidiano.

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